Esse material é apenas um resumo para auxiliar na apresentação do conteúdo, em sala de aula. Na bibliografia indicada está o conteúdo completo e aprofundado.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
terça-feira, 30 de agosto de 2011
01/09 - Apresentação de Case: Fabiana Zimmermann - Diretora de Criação da Yup
Descrição: Ação de intervenção urbana na cidade de São Paulo em comemoração ao Dia dos Parques Nacionais.
Tema: "A Floresta invade a cidade - Retribua a visita"
Ações: Bolha inflável no Rio Pinheiros, projeções nos prédios da Av. Paulista e peças digitais para disseminação nas redes.
Objetivo de Comunicação: Disseminação nas redes sociais e midia espontânea.
*** Além da apresentação do case, a designer vai falar sobre o "limite" entre o design e a publicidade.
Data: 01/09
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Pesquisa: veja como os jornalistas se comportam na internet
| Porcentagem de jornalistas que utilizam as ferramentas da web. |
Ao navegar pela internet, os jornalistas preferem acessar o Twitter ou Facebook? Quantos postam em blogs? De onde surgem as pautas? De acordo com levantamento da consultoria Arketi Group, elaborado com jornalistas americanos, a principal atividade destes profissionais (98%) em ambientes online é a leitura de notícias em portais, seguido por buscas de matérias em ferramentas de pesquisas (91%). Do total de jornalistas que responderam ao estudo, mais da metade (64%) passa ao menos 20 horas semanais na internet.
A pesquisa revela que a principal rede social, levando em conta a porcentagem de jornalistas cadastrados, não é o Facebook e nem o Twitter. O LinkedIn, rede para contatos profissionais, só não é aderida por 8% dos jornalistas entrevistados; a principal rede social do planeta, o Facebook, é utilizada por 85%, enquanto o Twitter tem a preferência de 84%. Numa escala de tempo gasto, o microblog continua atrás das demais redes*. (leia mais)
Fonte: Comunique-se.
Fonte: Comunique-se.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Mapeamento e Identificação dos públicos
Esse material é apenas um resumo para auxiliar na apresentação do conteúdo, em sala de aula. Na bibliografia indicada está o conteúdo completo e aprofundado.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Atividade para o dia 29/08
Atividade, em dupla, para próxima aula:
• Pesquisar, no site de uma empresa, a sala de imprensa;
• Escolher um release;
• Buscar no Google as notícias publicadas sobre esse release;
• Apresentar na próxima aula.
•Valor: 1.0
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Tevê paga tem novas regras
Projeto de lei aprovado no Senado prevê cotas de conteúdo nacional nos canais pagos. Mas mudanças ainda estão cercadas de polêmicas

Depois de cerca de quatro anos de muita polêmica, o Senado aprovou nesta semana o Projeto de Lei 116, que normatiza o mercado de tevê paga no Brasil. O documento segue agora para sanção da presidente Dilma Rousseff, mas, ao que tudo indica, as controvérsias estão longe de um fim. Entidades de classe e mesmo alguns senadores já relevaram que têm intenção de buscar, em esfera judicial, mudanças na lei.
Se o projeto for aprovado, as operadoras e canais de tevê a cabo serão obrigados a incluir na programação conteúdos nacionais e independentes. O texto também elimina as restrições em relação ao capital estrangeiro no setor e abre definitivamente o mercado para as companhias telefônicas.
O projeto institui três tipos de cotas de conteúdo nacional na tevê paga: por canal, por pacote ou por canal jornalístico (veja mais em box nesta página). Também como forma de incentivo à produção nacional, o texto destina cerca de R$ 300 milhões anuais ao setor por meio da retirada de 10% da contribuição das operadoras ao Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel). Leia mais
Fonte: Gazeta do Povo
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Decisão de compra - Mulheres dão a palavra final nas finanças da família
A reportagem, que foi destaque no Bom Dia Brasil de hoje (15/08), apresenta uma uma pesquisa que mostra que as mulheres decidem sobre orçamento e até na compra das roupas dos maridos.
Sabe aquele papo da última palavra da casa ser sempre do homem? Está valendo. E sabe qual é? “Sim, querida”. Uma pesquisa mostrou que as mulheres estão cada vez mais firmes no comando do orçamento familiar.
A dona de casa virou a dona da casa. E quem diz isso são os homens, que confirmaram: cada vez mais elas controlam o orçamento familiar e mandam inclusive no dinheiro que eles ganham.
Em todo o Brasil não foi só o perfil de consumo das famílias que mudou. Quem paga as contas, quem decide o que entra e sai do orçamento doméstico agora tem uma influência maior da mulher. “Ela quem manda na casa, assumidamente, desde o início”, diz um senhor. “Eu moro com duas mulheres. Não tem jeito, as duas mandam”, conta um homem.
Uma pesquisa nacional mostrou que a última palavra é mesmo delas e as perguntas foram todas respondidas por homens. Na hora de escolher os alimentos, assim como produtos de higiene e de limpeza, mais de 80% disseram que a decisão é das mulheres. Até quando vão comprar uma peça de roupa 77% dos maridos querem uma opinião feminina.
“Ela quem escolhe para mim”, diz um homem. Até da roupa do companheiro a mulher é dona? “Sim, sou”, confirma a mulher.
O fim de semana também é programado na maioria das vezes pelas mulheres. “Vim com ela, que já definiu”, conta um senhor.
O fim de semana também é programado na maioria das vezes pelas mulheres. “Vim com ela, que já definiu”, conta um senhor.
Até para comprar um carro, o palpite dela é fundamental. O zootecnista Thiago Delgado só fechou negócio depois de consultar a esposa. “Ela é mais preocupada com essa questão de espaço, que vai ser considerada para a família. A princípio, não tinha pensado nisso”, conta Thiago Delgado.
Outro dado interessante do estudo é que 82% dos homens afirmam que são as esposas que controlam o orçamento familiar. Mais que isso: seis em cada dez mulheres tomam conta do dinheiro deles.
A influência em casa tem uma explicação que vem se confirmando nos últimos anos. O salário das mulheres ganhou uma participação decisiva no orçamento das famílias. “À medida que há essa divisão de responsabilidades, também há a credibilidade maior, o direito de dar opinião, o direito de decidir, o direito de conquistar”, diz a psicóloga Rita Khater. “A última palavra é sempre dele: sim, senhora”, brinca uma mulher.
A pesquisa apontou ainda que as mulheres andam palpitando até no que os homens comem. Isso é muito bom porque, historicamente, as mulheres sempre se preocuparam mais com a saúde.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Sindijor solidário à jornalista Gisah Batista
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná presta solidariedade à colega Gisah Batista, da RPC TV, vítima de injustificável e cruel ironia pública após a divulgação na internet nesta semana de uma entrada ao vivo no Paraná TV veiculada há cerca de um mês na qual aparece atendendo o celular para estabelecer contato com o link. A um só tempo, a jornalista da RPC TV foi vítima da falta de condições adequadas de trabalho e da intolerância aos erros (no caso, suposto) dos jornalistas em trabalho. Operando com uma unidade móvel que não conta com o “retorno”, Gisah estava sendo informada pelo celular de sua entrada ao vivo. No entanto, o aparelho sofreu uma interferência e a repórter teve de trabalhar “às escuras”, sem ter certeza sobre se estava ou não no ar. Imaginando que ainda não estivesse com o link sendo veiculado, atendeu ao telefone, supondo estar sendo chamada pela coordenação do link, como de fato estava. Internamente, a falha foi apontada como sendo da engenharia – e não da repórter, o que não impediu que, com a divulgação do vídeo na internet, surgissem ironias e boatos de que Gisah teria sido demitida, o que jamais foi cogitado pela emissora. “Por causa desta falha técnica fui tachada de incompetente, incapaz, mas estou com a consciência tranquila”, afirmou a jornalista, ainda surpresa com os boatos sobre demissão. Após a disseminação do vídeo no YouTube, nos blogs e twitter comentários maldosos e até agressivos foram a tônica, mas o que aborreceu Gisah foram as críticas veiculadas em sites jornalísticos, alguns dos quais nem procuraram informações detalhadas dela e da emissora. “Fiquei espantada com a forma como fui julgada sem se interessarem em saber o que realmente aconteceu”, disse a jornalista. Se é verdade que a RPC TV soube identificar a natureza da falha e eximir a jornalista de qualquer responsabilidade, é certo que a empresa não pode expor os jornalistas a condições de trabalho inadequadas, capazes de comprometer a qualidade do produto editorial e colocá-los em situações vexatórias. O “link cego” não foi mais usado pelos repórteres da RPC TV, também por insistência destes, que se recusaram a trabalhar com o equipamento. Que a RPC o aposente e permita que todos os jornalistas tenham condições adequadas de trabalho. À Gisah fica reiterada nossa solidariedade, pois poucos sabem os meandros do fazer jornalístico e os riscos a quem expõe a credibilidade todos os dias nos veículos de comunicação.
Fonte: SINDIJOR PR
Pesquisa - IDENTIFICAÇÃO E CONHECIMENTO DA SITUAÇÃO
Esse material é apenas um resumo para auxiliar na apresentação do conteúdo, em sala de aula. Na bibliografia indicada está o conteúdo completo e aprofundado.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Planejamento
Esse material é apenas um resumo para auxiliar na apresentação do conteúdo, em sala de aula. Na bibliografia indicada está o conteúdo completo e aprofundado.
Grafia de palavras de origem estrangeira confunde brasileiros
(link) Grafia de palavras de origem estrangeira confunde brasileiros
Muçarela? Nhoque? Champinhom? Xampu? Todas estão certas, de acordo com o dicionário. Mas muitas pessoas acham que não é assim que se escreve. Veja a reportagem, do último domingo, no Fantástico.
Assessoria de Imprensa - Origem
Esse material é apenas um resumo para auxiliar na apresentação do conteúdo, em sala de aula. Na bibliografia indicada está o conteúdo completo e aprofundado.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Planejamento e Integração No Mundo Pós 2.0: múltiplos dados, competências específicas
Paradoxo: enquanto o acesso a recursos e dados se multiplicam e tornam-se, aos grandes do ponto de vista financeiro, muito mais acessíveis, menos conteúdos refletindo análises aprofundadas e pertinentes encontramos.
Produtores de dados – sejam eles empresas de clipping na área da comunicação ou aqueles que empreendem continuamente pesquisas em ambiente online fizeram saltos gigantescos, impulsionados pela evolução e disseminação da tecnologia e são hoje capazes de fornecer uma infinidade de informações, selecionadas segundo um grande número de filtros por um preço extremamente acessivel Desenvolveu-se, assim, uma área – a de produçáo de informações - antes confinada às agências de comunicação ou aos grandes institutos de pesquisa.
Na área da comunicação corporativa, as empresas de coleta de informações sofisticaram-se a ponto de fornecer clipagens – material bruto – com notícias classificadas em categorias como positividade ou negatividade, ponderando ainda, segundo o desejo do cliente, os dados de forma a produzir indicadores, expressos de forma bruta ou agrupados em categorias expressos em números – a meca dos executivos.
Quando levamos em conta a pesquisa online, a evolução propiciada pela tecnologia foi ainda maior: o acúmulo de dados em pouquíssimo tempo é, muitas vezes apresentado em grande números e percentuais sem que sejam explicitadas as condições da amostra ou critérios (filtros) utilizados que, mesmo a posteriori, e calculados a partir de grandes números, pode provocar vieses consideráveis. Sem falar dos softwares que, também evoluídos, inclusive graficamente, dão a impressão às empresas de que podm prescindir de áreas especializadas e realizar todo o processo de pesquisa sem o auxílio de um profissional da área.
Mas antes de considerar esse artigo como um momento de lamentação nostálgica, uma invocação dos “velhos tempos”, gostaria de deixar claro: sou uma adepta de novas tecnologias e invisto continuamente na formação de minha equipe e na minha própria para que desenvolvamos cada vez mais habilidades que nos permitam trabalhar eficazmente nessa nova economia, caracterizada pelos dados abundantes e recursos (humanos) escassos: a tecnologia do conhecimento.
Assim como as máquinas de calcular não substituiram a necessidade do conhecimento da matemática, somente de suas fórmulas, a abundância e a facilidade com que se produzem dados hoje não substitui – ainda que muitos o pensem – a capacidade analítica, própria do ser humano.
Marx afirma, no O Capital, que a diferença entre os animais e os homens reside na capacidade de antever, antes de realizar. Assim, exemplifica, um homem imagina uma cadeira antes de construí-la e por poder imaginá-la, projetá-la é capaz de ainda nesse nível testar as condições de execuçao.
Por essa razão, a análise de dados – sejam eles numéricos (estatisticamente) ou textuais (análise de discurso) é uma atividade essencialmente humana longe da simples compilação ou justaposição de dados, por mais classificados, coloridos ou graficamente apresentados que sejam.
Há uma diferença fundamental entre informação e conhecimento. Só podemos falar de conhecimento quando colocamos em relação pelo menos duas afirmações. Ou, milhares de informações, como é o caso hoje onde as ferramentas de data mining ganham espaço.
Empresas de comunicação ou os setores de pesquisa de grandes corporações devem estar atentos para afastar a ilusão dos grandes números de seu core business. É hora de deixar a César o que é de César e focar-se no seu próprio core business.
Mais ainda, trabalhar de forma compartilhada, como exige nossa atual economia.
Produtores de dados – sejam eles empresas de clipping na área da comunicação ou aqueles que empreendem continuamente pesquisas em ambiente online fizeram saltos gigantescos, impulsionados pela evolução e disseminação da tecnologia e são hoje capazes de fornecer uma infinidade de informações, selecionadas segundo um grande número de filtros por um preço extremamente acessivel Desenvolveu-se, assim, uma área – a de produçáo de informações - antes confinada às agências de comunicação ou aos grandes institutos de pesquisa.
Na área da comunicação corporativa, as empresas de coleta de informações sofisticaram-se a ponto de fornecer clipagens – material bruto – com notícias classificadas em categorias como positividade ou negatividade, ponderando ainda, segundo o desejo do cliente, os dados de forma a produzir indicadores, expressos de forma bruta ou agrupados em categorias expressos em números – a meca dos executivos.
Quando levamos em conta a pesquisa online, a evolução propiciada pela tecnologia foi ainda maior: o acúmulo de dados em pouquíssimo tempo é, muitas vezes apresentado em grande números e percentuais sem que sejam explicitadas as condições da amostra ou critérios (filtros) utilizados que, mesmo a posteriori, e calculados a partir de grandes números, pode provocar vieses consideráveis. Sem falar dos softwares que, também evoluídos, inclusive graficamente, dão a impressão às empresas de que podm prescindir de áreas especializadas e realizar todo o processo de pesquisa sem o auxílio de um profissional da área.
Mas antes de considerar esse artigo como um momento de lamentação nostálgica, uma invocação dos “velhos tempos”, gostaria de deixar claro: sou uma adepta de novas tecnologias e invisto continuamente na formação de minha equipe e na minha própria para que desenvolvamos cada vez mais habilidades que nos permitam trabalhar eficazmente nessa nova economia, caracterizada pelos dados abundantes e recursos (humanos) escassos: a tecnologia do conhecimento.
Assim como as máquinas de calcular não substituiram a necessidade do conhecimento da matemática, somente de suas fórmulas, a abundância e a facilidade com que se produzem dados hoje não substitui – ainda que muitos o pensem – a capacidade analítica, própria do ser humano.
Marx afirma, no O Capital, que a diferença entre os animais e os homens reside na capacidade de antever, antes de realizar. Assim, exemplifica, um homem imagina uma cadeira antes de construí-la e por poder imaginá-la, projetá-la é capaz de ainda nesse nível testar as condições de execuçao.
Por essa razão, a análise de dados – sejam eles numéricos (estatisticamente) ou textuais (análise de discurso) é uma atividade essencialmente humana longe da simples compilação ou justaposição de dados, por mais classificados, coloridos ou graficamente apresentados que sejam.
Há uma diferença fundamental entre informação e conhecimento. Só podemos falar de conhecimento quando colocamos em relação pelo menos duas afirmações. Ou, milhares de informações, como é o caso hoje onde as ferramentas de data mining ganham espaço.
Empresas de comunicação ou os setores de pesquisa de grandes corporações devem estar atentos para afastar a ilusão dos grandes números de seu core business. É hora de deixar a César o que é de César e focar-se no seu próprio core business.
Mais ainda, trabalhar de forma compartilhada, como exige nossa atual economia.
Somente assim as parcerias produzirão o que tem de melhor: o fruto da convivência das várias expertises.
Por: Cristina Panella
Fonte: http://www.aberje.com.br/
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Facebook lança manual de comunicação para faculdades de Jornalismo
Que as mídias sociais são praticamente uma unanimidade entre os jornalistas, não se duvida. No entanto, a proposta do Facebook + Jornalism 101 -desenvolvido por Vadin Lavrusik, coordenador do programa de jornalismo no Facebook - é ir além. O documento de 14 páginas e o endereço no Facebook têm como objetivo fazer com que os educadores responsáveis pela formação dos futuros jornalistas curtam o seu conteúdo e usem-no como ferramenta de ensino, partindo do pressuposto que a universidade poderia ou pode ser mais social. O material da Fanpage trata de assuntos tradicionais do Jornalismo, como a forma de encontrar ideias e sugestões de pauta, rastrear tendências, encontrar fontes e publicar desdobramentos de notícias em tempo real utilizando o Facebook. Há também dicas de Jornalismo 2.0, como por exemplo, como tornar o conteúdo publicado na web atraente, além de ajudar os alunos a criarem, desenvolver e melhorar sua marca pessoal na rede. Diferenças Ao explicar a diferença entre perfis, páginas e grupos, Lavrusik atenta para o seguinte: "perfis pessoais são contas de identidade autêntica. É importante para os jornalistas ainda verificarem com quem estão falando". Ele destacou ainda o velho ditado de jornalismo: "Se sua mãe diz que te ama, verifique." Informações que revelam o que de fato funciona no Facebook são frutos de pesquisas que vão além das salas de aula. De acordo com as informações publicadas na Rede de Jornalistas Internacionais, mensagens ou posts sobre educação, política e percepções e análises de bastidores de jornalistas receberam uma maior quantidade de feedback do que os demais. Comunidade Antes do Facebook + Jornalism 101, Lavrusik havia criado um grupo de educadores sociais no Facebook, o Social Journalism Educators, que atualmente conta com cerca de 200 membros. |
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