quarta-feira, 28 de novembro de 2012

O planejamento em Assessoria de Imprensa


O planejamento é fundamental para se obter bons resultados nas atividades de Assessoria de Imprensa. 

Esse processo é abrangente, define metas, objetivos, públicos-alvo e as políticas de comunicação que deverão ser adotadas.

Todo planejamento é constituído por diversos planos. Que são documentos que, partindo daquilo que foi estabelecido no planejamento, definem que tipo de atitudes serão adotados na prestação dos serviços de AI.

As táticas que precisam ser aplicadas inesperadamente, quando uma determinada situação envolve o assessorado e exige ações especiais, são as estratégias.
Em resumo, o planejamento define políticas e se materializa em: planos (documentos que descrevem as atitudes a serem tomadas corriqueiramente) e estratégias (ações adotadas extraordinariamente, mas sempre com base nas diretrizes do planejamento).

Etapas
Análise – etapa fundamental onde se conhece a instituição, seus públicos e o contexto em que elas se insere.
Adaptação – ajustar a realidade a projeção das ações necessárias definindo políticas e planos.
Ativação – colocar os planos em prática.
Avaliação – estudo dos resultados dos planos e estratégias aplicados.

Estrutura
O trabalho de planejamento é permanente, dinâmico e integrado, sendo estruturado de forma clara e concisa, criando um elo de responsabilidade entre o jornalista e seu assessorado.

Apresentação – resumo do trabalho proposto.
Objetivos – o que pretende atingir.
Atividades – o trabalho proposto deve ser apresentado de forma clara para facilitar a compreensão do assessorado.
Responsabilidades – servirá como base para a execução do contrato.
Custos – negociação de preços.
Informações sobre a empresa de assessoria – necessárias em especial quando o cliente não conhece a empresa. 

Bibliografia
BARBOSA, Gustavo; Rabaça, Carlos Alberto. Dicionário de Comunicação. São Paulo, Ática, 1987.
FERRARETTO, Luiz Artur; KOPPLIN, Elisa.  Assessoria de Imprensa, teoria e prática . 2 Ed. Porto Alegre, Sagra Luzzato, 1996.
 REGO, F. Gaudêncio Torquato do. Jornalismo empresarial: teoria e prática. São Paulo: Summus, 1984.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Novas normas ortográficas e o esforço de mudar



 Na próxima virada de ano - se os maias estiverem errados e o mundo não acabar em 21 de dezembro, tornando vãos todos os presentes de Natal comprados - quando os fogos estiverem invadindo o céu e quem estiver em casa com a TV ligada quiser ainda mais estar em Copacabana, não serão só o ano e as promessas para o ano que mudarão. O próximo rito de passagem inclui também algo feito todos os dias, e nós não teremos que mudar somente a nossa rotina para que o horário pra academia se encaixe. Vai haver uma pequena, porém significativa, transformação na língua portuguesa. O período de transição ortográfica vai se encerrar e teremos que escrever de forma sutilmente diferente.

Ainda foram bondosos e deram quatro anos para que a mudança fosse implementada de forma gradual. Mas, como o meu professor mesmo refletiu, quem é que já têm usado essas novas normas? Ou mesmo quem que sabe quais são todas elas? Nisso eu parei e pensei sobre essas perguntas retóricas, que já insinuavam a resposta. É verdade. Eu não vejo muitas pessoas já usando as novas normas, não. O próprio Professor de Comunicação não usa. E, claro, eu também ainda não. E, francamente, lamento pelos tônicos ditongos abertos que não são mais acentuados com a mesma intensidade com a qual lamentei o rebaixamento do Plutão. Era mais do que um estar acostumada com a forma que eram - eu estimava a forma que eram.

Mesmo com a margem de tempo de quatro anos que já tivemos para nos acostumar, é uma mudança. E, como toda mudança, essa parece um pouco complicada e o que tem despertado é certa relutância e preguiça. Relutância em aprender a nova norma, o novo jeito com o qual algumas palavras serão escritas e acentuadas, em efetivamente incorporar isso na escrita e, principalmente, em reaprender o que já aprendemos, em nos conformar que o que antes fazíamos certo já não é mais considerado certo. Relutância causada pelo costume e, em alguns casos, pela estima. Relutância que vem acompanhada da preguiça, porque temos a tendência de preferir ficar mais na cama - ainda mais se em meio a um inverno curitibano! - à levantar logo pra fazer o café e começar o dia, ficar nas redes sociais online por mais tempo à fazer o trabalho (até quando o trabalho é para amanhã), usar a escada rolante à usar o movimento das pernas para subir/descer uma escada.

Mas, deixando o costume e o pequeno esforço necessário de lado e vendo a nova norma como um todo, ela é digna e tem boa intenção. Unificar a língua portuguesa vai ser melhor para o intercâmbio cultural entre as pessoas falantes dessa língua. Isso já é realidade na norma da língua espanhola escrita, através da qual todos os países usuários dessa língua a escrevem de um mesmo modo. Segundo a Folha Online, são apenas 0,5% das palavras que sofrem alteração aqui no Brasil, enquanto nos países que adotam a ortografia de Portugal a alteração tange 1,6% das palavras. Somando isso ao fato de que não há alternativa, façamos como temos que fazer em toda mudança que encaramos - nos adaptemo-nos a ela.

Camila Carbonar, estagiária de Relações Públicas da M5 Comunicação Integrada

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Produtos e Serviços

Produtos e Serviços

Investidores anjo financiam boas ideias de jovens empreendedores






Alguns desses anjos se reuniram em um bar no bairro da Lapa, no Rio, que é conhecido por ser um bairro boêmio. Eles são investidores anjos. E são pessoas que têm dinheiro e querem investir em pequenas empresas de tecnologia que tão só começando. Por isso que eles são chamados de anjos. E eles foram até lá porque eles estão prontos para ouvir ideias. (Leia mais).

Descrição da empresa

Descrição da empresa

Cadê o plano de negócios?


O carioca Marcos Monteiro, de 30 anos, tem o calhamaço sempre à mão: 73 páginas que traçam os passos da Total Express, empresa de logística sediada em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, até 2005. No início deste ano, a papelada teve a função estratégica de ajudar a convencer os fundos GP e Chase Capital Partners a investir 170 milhões de reais na empresa. O objetivo é transformar a Total Express, uma empresa regional que faturou 10 milhões de reais em 1999, em uma companhia que fature 600 milhões de reais com a entrega de encomendas e a gestão de estoques para grandes clientes, como a rede de varejo C&A e a loja virtual Submarino. (Leia mais)

Fonte: Exame.com

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Estudo de Caso: Marketing Político




Na próxima terça-feira (24) e quinta-feira (26), a publicitária Kharime Saborido apresentará o case da campanha para deputado federal, do delegado Fernando Francischini.

Kharime foi coordenadora de marketing da campanha em todo o estado do Paraná. Também foi responsável pela criação, execução, produção, divulgação e distribuição dos materiais publicitários, assessoria de imprensa, além de gerenciamento e monitoramento das redes sociais do candidato.

Hoje responde como assessora de comunicação do gabinete e atua no desenvolvimento de estratégias políticas e de marketing, assessoria de imprensa, gerenciamento e monitoramento das redes sociais, criação, produção e divulgação de materiais informativos. O evento acontece para a turma da noite na sala 15 do Bloco 2, às 21h e para a turma da manhã na sala 46 do Bloco 3, às 10h.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Empreendedorismo: bate-papo com Henrique Mendes Pereira da FastCom





Na próxima sexta-feira (23), o convidado para falar sobre empreendedorismo é o sócio e diretor comercial da Fastcom Internet Solutions, Henrique Mendes Pereira.
O empresário atua no desenvolvimento de estratégia para encontrabilidade, crescimento de tráfego qualificado, aumento de conversão e retorno sobre investimento em Marketing Digital. O evento acontece na sala 16 do Bloco 2, às 19h.


Saiba mais sobre a FastCom:
A FastCom é uma empresa brasileira que atua há sete anos no mercado de hospedagem de sites e, desde então, acumula experiência em diversas tecnologias voltadas para internet. Focada no desenvolvimento de facilidades para aqueles que desejam um espaço na web, a FastCom oferece serviços de criação e hospedagem de sites para pequenas e médias empresas e profissionais liberais, SEO (otimização de buscas), criação de identidade visual, entre outros como criação e disparo de email marketing. Visto que o cenário de internet está em constante mudança, a empresa está sempre em busca de inovação. (Leia Mais)

Veja o currículo completo:
 

segunda-feira, 12 de março de 2012

Filmmakers brasileiros podem faturar com vídeos criativos para nova campanha da Skol Litrão e Skol 360°



A Cerveja que desce redondo uniu suas forças com a Poptent na jornada em busca de vídeos criativos. Pois é, a Skol promete comprar o vídeo vencedor pelo valor de EUA $ 10.000 (10mil dólares, sujeitos a impostos locais, claro!). (Leia mais)

sexta-feira, 9 de março de 2012

Prova 1° bimestre - Redação em Relações Públicas

Conteúdo:
Comunicação Escrita: impressa e eletrônica
Carta Comercial;

Memorando;
Ofício;
Circular;
Requerimento;
Telegrama;
Correio eletrônico;
Fac-símile;
Barra de holerite;

Data:
02/04, às 20h50

Bibliografia:
CESCA, Cleuza G. Gimenes. Comunicação dirigida escrita na empresa : teoria e prática. 5. ed. São Paulo: Summus, 2006.
 

*** O material se encontra na pasta Laura/Redação em Relações Públicas (757), no Bloco 07.

Relações Públicas no Terceiro Setor: confronto e compromisso

Celsi Brönstrup Silvestrin
Professora da UFPR


Este texto tem a finalidade de contribuir com reflexões sobre a inserção do profissional de relações públicas no terceiro setor como gestor dos processos comunicacionais. Entende-se que neste contexto, a comunicação, fundamental no processo de coordenação e controle das atividades do terceiro setor, deve priorizar as características de heterogeneidade e diversidade dos segmentos envolvidos. Em conseqüência, o profissional de relações públicas tem diante de si, além da oportunidade, confrontos e compromissos com a dinâmica deste setor independente e diferenciado. Neste contexto, evidencia-se também aspectos sobre o exercício da cidadania empresarial como investimento estratégico, geralmente fundamentado
num discurso de responsabilidade social. (Leia mais)

Ideia ou ideias? Oportunidade ou oportunidades?

Rose Mary Lopes, colunista*
Do UOL, em São Paulo
Normalmente, ao falar de empreendedorismo, focaliza-se a ideia de negócio, se seria uma real oportunidade para criar um diferencial e um empreendimento que entregue valor para competir, sobreviver e crescer. E, de pronto, a gente se pega falando de plano de negócio.

Daí para frente, a discussão é pouca e o empreendedor se vê meio órfão. Parece que nos esquecemos de falar que, desde o início do empreendimento, ele ou os sócios vão ser, eternamente, rastreadores de ideias e buscadores de oportunidades, tendo que lançar mão de vários recursos e meios para isso. (Leia mais)

Identificando oportunidades - parte 1

Identificando oportunidades

Empreendedorismo: De onde vêm as boas ideias?

Um interessante talk ilustrado de Steven Johnson, citado como um dos mais influentes pensadores do ciberespaço pelos periódicos Newsweek, New York Magazine e Websight. É editor-chefe e co-fundador da Feed, premiada revista cultural on-line. Johnson graduou-se em semiótica pela Brown University e em literatura inglesa pela Columbia University. Autor dos livros: Cultura da Interface, De cabeça aberta, Emergência, dentro outros.


Empreededorismo: As Conexões Que Movem a Vida

Marcelo Sales é um empreendedor, e um nerd, e tem muito orgulho disso. O primeiro negócio dele foi vender suco de uva na rua, e foi aí que as conexões começaram a mover sua vida. Sem dúvida, essa é uma das histórias mais incríveis do empreendedorismo brasileiro, contada com maestria e bom-humor fantásticos.

Prova 1° bimestre - Empreendedorismo

Conteúdo:
O processo empreendedor;
Identificando oportunidades - parte 1;


DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012.

Data:
19/09, às 8h

*** O material se encontra na pasta Laura/Empreendedorismo (757), no Bloco 07.

Horários - Empreendedorismo - 7JOAN - 1º semestre 2012

Horários 7JOAN

terça-feira, 6 de março de 2012

Empreendedorismo: Máquina da Notícia com Maristela Maffei

Conheça a história da jornalista obstinada pelo trabalho que acabou virando uma empresária com mais de 200 funcionários e uma lista invejável de clientes.



domingo, 4 de março de 2012

Horários - Estudo de Caso I - 7PPAD - 1º semestre 2012

Horários 7PPAD

Estudo de caso: MIOPIA EM ALTA DEFINIÇÃO

Leitura do Estudo de Caso:

(link) MIOPIA EM ALTA DEFINIÇÃO: uma análise do comportamento do consumidor frente à escolha de uma TV de alta definição
Questões para discussão:
1) Faça uma entrevista com alguém que já tenha adquirido uma TV de alta definição e descreva detalhadamente as etapas do processo de decisão de compra, buscando entender como se deu o reconhecimento da necessidade, a busca de informação (fontes e esforço investido), a avaliação de alternativas (marcas consideradas e atributos valorizados), a decisão final e a (in)satisfação com o produto.
2) Como você classificaria a compra de uma TV de alta definição em relação ao envolvimento situacional, alto ou baixo? Que implicações isso possui para as etapas 3 e 4 do processo de compra descrito?
3) Quais as diferenças básicas entre envolvimento situacional e envolvimento permanente? Quais as possíveis origens de cada um destes?
4) Que riscos percebidos um consumidor comum deve vivenciar na compra de um aparelho de HDTV? Você consegue perceber no discurso do consumidor entrevistado a ocorrência desses riscos durante sua descrição do processo de compra? Como ele se comportou para reduzir cada risco?
5) Que estratégias você aconselharia à indústria para reduzir o risco do consumidor ao comprar tais produtos? Você utilizaria líderes de opinião? Em caso positivo, como identificá-los e como você os utilizaria dentro de sua estratégia?
6) Em sua opinião, seria uma estratégia pertinente estimular a percepção de risco dos produtos concorrentes? Faça uma pesquisa e descreva como essa estratégia poderia (e tem sido) realizada da guerra LCD X PLASMA.

Miopia em Marketing


Por Theodore Levitt (Professor de Administração de Empresas na  Escola de Administração de Empresas da Universidade de Harvard)

Satisfazer às necessidades do cliente, que explica a quantidade prodigiosa de novos produtos que colocam com êxito no mercado. Não fosse uma observação aguda do cliente, estaria errada a escolha da maior parte desses produtos, e nada adiantando seus métodos de venda.

O alumínio também continua sendo um setor de rápida expansão, graças aos esforços envidados por duas companhias fundadas no tempo da guerra e que se lançaram, deliberadamente, à criação de nos usos que satisfizessem às necessidades do cliente. Sem a Kaiser Aluminium & Chemical Corporation e a Reynolds Metals Company, a atual demanda de alumínio seria muitíssimo menor do que é.
Leia mais

Fonte: Portal do Marketing

sábado, 3 de março de 2012

Estudo de Caso - FERRERO ROCHER

Leitura do Estudo de Caso:

(link) FERRERO ROCHER
1. Faça uma análise SWOT completa (Kotler e Armstrong, 1999) e uma análise SWOT cruzada do Ferrero Rocher, com base nos resultados da pesquisa.
2.  Identifique,  com base  nos “4Ps do  composto de  marketing” (Kotler e 1999), em que a empresa é destaque e em que pode melhorar.
3. Identifique onde poderia existir a ocorrência de miopia de marketing (Levitt 1960) no negócio da Ferrero, em particular em relação ao Ferrero Rocher.