sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Mídias sociais impõem dilema ético a jornais

A situação dos jornais pode ser resumida hoje num tópico com viés épico: desafios em larga escala e com potencial revolucionário. A questão já bem conhecida e ainda não resolvida é a frenética busca de uma receita que permita adequar o modelo de negócio ao novo mundo da internet – que põe a informação impressa contra a parede.
Essa carga, no entanto, vem acompanhada de outra, cada vez mais importante. A avalanche das mídias sociais na internet (Face­book e Twitter à frente) impõe uma nova situação não só na forma como os veículos se apresentam aos seus públicos, mas também como os profissionais dos veículos de informação atuam nessas redes. (Leia Mais)

Fonte: Gazeta do Povo

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Maria Bethânia desiste de criar blog após polêmico orçamento de R$ 1,3 milhão

A cantora Maria Bethânia desistiu de criar seu videolog, que apresentaria um vídeo de poesias por dia. A iniciativa custaria R$ 1,3 milhão, que seriam captados via Lei Rouanet. Com a polêmica na mídia e nas redes sociais, Bethânia decidiu deixar o projeto, informa a coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo desta terça-feira (20/9). (Leia Mais)

Orientações - Horários atualizados (7PPAN)

Horários atualizados

domingo, 16 de outubro de 2011

6JOAN - Atividade para o dia 17/10

Atividade, em grupo, para próxima aula:

•   
Apresentar a análise de um jornal empresarial.

•Valor: 1.0

sábado, 15 de outubro de 2011

Imprensa nanica teve jornal feito por “almas“

Após o fim da Monarquia, brotaram no país tanto jornais engajados quanto publicações regionais que criticavam com muito bom humor a sociedade, como o santista Fogo-Fatuo

Reprodução / Fogo-Fatuo criticava médicos e suas estratégias para conter epidemias e cidadãos locais da cidade de Santos

Era do subterrâneo do bairro Saboó, em Santos, que saíam notícias engraçadas; perversas sobre habitantes da cidade escritas por supostas almas suicidas. O nome do impresso que levava as informações das profundezas até a superfície era O Fogo-Fatuo. Com tipografia em vermelho (do sangue dos mortais e com canetas feitas a partir de ossos), o periódico foi criado em 1898. Tinha quatro páginas e textos distribuídos em três colunas.

O exemplar, raríssimo, está no Setor de Obras Raras da Biblioteca Nacional e foi encontrado fortuitamente pelo historiador Marcelo Carvalho durante uma pesquisa sobre suicídio. “Ele hoje está todo esfarelado, mas consegui transcrever o texto completo”, diz. Como Car­valho só teve acesso a um número, é difícil dizer qual era a tiragem do jornal e por quanto tempo ele existiu. “Até a origem do jornal era uma incógnita. Isto porque, no cabeçalho, está escrito “Cidade de Suicidópolis, 3 de julho de 1898”. “Cheguei à conclusão de que era de Santos porque ele ataca as personalidades de lá e por fazer referências ao Cemitério de Paquetá e do Saboó”, explica. (Leia mais)

Fonte: Gazeta do Povo